Motivado pelo texto lido em blog da minha filha, venho aqui para atualizar o meu.
Queria deixar claro a tod@s que em breve retomo a minha rotina de atualização dominical, mas como estou realizando muitas coisas o ócio criativo tem andado escasso e por isso a falta de texto em meu blog.
Venho rapidamente para falar (levantar) como as coisas podem ser o que não são.... O que me motivou a escrever sobre isso foi um (diga-se de passagem excelente) comercial que vi a alguns dias ...
Vale do Rio Doce - uma publicidade institucional maravilhosamente bem feita, levaria meu dez se não fosse ..... A própria Vale. Gente, tenho levantado isso com várias pessoas por aqui, como pode uma empresa que destrói nossas riquesas naturais, para exploração tipo exportação, fazer um comercial desse e ficar com os louros ?!
É como não culpar a AraCruz Celulose pelas florestas de Eucalipto encontradas por toda a Bahia, ou os países ricos, que absurdamente tentam colocar a água como um bem particular.
E aí, vejo a força, o poder que há numa publicidade, numa simples publicidade. Eu sei que apesar de tudo, ela traz malefícios para a sociedade; mas será que todos sabem ?! Será que todos tem essa percepção ?! As notícias são realmente divulgadas ?! São para tod@S ?!
E após os vinte e nove segundos de ecstasi, veio a explosão, o emputecimento e o chute na mesa, por ver que um trabalho tão bonito quanto esse comercial leva a assinatura de uma empresa que não merece meu respeito
Assinar:
Postar comentários (Atom)
POESIA - Dor do questionador
Como pessoa, me frustro ao ver que as pessoas comemoraram uma morte; Como comunicador, me pergunto porque seis tiros de um snipper; Como pe...
-
Como pessoa, me frustro ao ver que as pessoas comemoraram uma morte; Como comunicador, me pergunto porque seis tiros de um snipper; Como pe...
-
A um tempo venho tentando dizer, pensando em como falar, fazer, A um tempo venho amadurecendo, construindo e correndo, sem nem saber o p...
-
Eu senti senti o baque, o choque, o golpe, a mão pesada, o não, o gole, a dor, o desamor. Eu senti, tive paciência, mesmo na ausência...
Nenhum comentário:
Postar um comentário