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Mostrando postagens de Junho, 2008

Como as coisas podem ser o que não são ....

Motivado pelo texto lido em blog da minha filha, venho aqui para atualizar o meu.

Queria deixar claro a tod@s que em breve retomo a minha rotina de atualização dominical, mas como estou realizando muitas coisas o ócio criativo tem andado escasso e por isso a falta de texto em meu blog.

Venho rapidamente para falar (levantar) como as coisas podem ser o que não são.... O que me motivou a escrever sobre isso foi um (diga-se de passagem excelente) comercial que vi a alguns dias ...

Vale do Rio Doce - uma publicidade institucional maravilhosamente bem feita, levaria meu dez se não fosse ..... A própria Vale. Gente, tenho levantado isso com várias pessoas por aqui, como pode uma empresa que destrói nossas riquesas naturais, para exploração tipo exportação, fazer um comercial desse e ficar com os louros ?!
É como não culpar a AraCruz Celulose pelas florestas de Eucalipto encontradas por toda a Bahia, ou os países ricos, que absurdamente tentam colocar a água como um bem particular.

E aí, vejo a f…

Fora da nova ordem mundial...

Faz tempo que não posto aqui. E se eu não posto, que dirá vocês virem ler textos antigos. Então venho escrever essa curta reflexão que tive hoje ao ler o jornal.





No texto havia uma citação a um trecho da música Fora da ordem (de Caetano Veloso), mas é engraçado porque o texto estava no Editorial de Esportes (para quem não sabe o que é editorial, é o mesmo que caderno, parte, páginas).





Aí, ao ler a matéria, vi que se tratava de algo interessante. O texto citava os jogadores que se nacionalizaram e, jogando por outros países, decretaram a derrota de suas pátrias mães. Jogaram no limbo a antiga pátria pelo sucesso que conseguiram na nova.





Isso me fez pensar que o sucesso é algo estranho. Faz você esquecer toda a sua origem, tudo o que passou quando criança; para, famoso e rico, ser o carrasco de sua antiga pátria.


Outra coisa que pensei foi: chegamos a um momento em nossa existência que não há mais a noção de pátria. Engolida pela globalização, está já a muito havia sido esquecida; entretant…

Loucura, Censura e Ditadura

A que ponto chegamos ...
No último final de semana foi publicada aqui no Rio de Janeiro, pelo jornal O Dia, uma matéria que falava sobre a atuação da milícia numa comunidade. Os funcionários desse jornal alugaram uma casa na localidade e se estabeleceram na mesma, para realizarem a reportagem.

O primeiro ponto que eu queria levantar é: Seis anos após a morte de Tim Lopes, ainda não conseguimos pensar em um formato de jornalismo investigativo que dê aos profissionais da área uma segurança, uma garantia de que suas vidas não estão sendo colocadas em risco. Até que ponto vale o sacrifício de uma vida ?! Vale somente o aumento de venda dos exemplares daquele periódico ?! Um reconhecimento ?! Enfim, eu não tenho uma posição sobre isso até porque acredito sim que deva haver um jornalismo investigativo; mas até que ponto ele é válido no Brasil ?!

O segundo ponto é a censura : Os moradores dessas localidades são podados de diversas formas. Seja pela polícia, milícia ou tráfico; os moradores das …