quarta-feira, 17 de agosto de 2011

POESIA - Bobo

Quero ser bobo,
quero me manter bobo,
quero acordar bobo.

Quero ser bobo por amar,
e sem medida dar meu amor,
dizer que gosto, que amo,
sem nenhum pudor ou rancor.
Dentro das mais diversas maneiras de amar,
quero me doar, seja onde for,
e se não morrer, chegar a quase isso,
por amor.

Quero me manter bobo,
e acreditar,
que um dia tudo pode mudar,
modificar, transformar.
Que a vontade de ir além,
de recorrer e correr,
nos faça ser melhores,
uns com os outros.

Quero acordar bobo,
e de novo, voltar a dormir,
acordar novamente e sorrir,
ver que a felicidade está logo ali,
na vista, próximo dos olhos,
ao alcance das mãos,
minha companheira de jornada,
parceira para qualquer parada.

Acordar bobo para mim
é acordar ao lado de quem se ama.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

POESIA - " "

E não vai ser um simples telefonema que vai matar a minha saudade.
E não vai ser um simples abraço que vai minimizar a minha vontade.

Uma foto, uma carta - ajudam ...
Me fazem lembrar do quanto fui feliz.

Um e-mail, um presente - saudade ...
Sabia que tinha tudo o que sempre quis.

A lua, o lual, a praia, o sol ...
Momentos em que juntos, eramos um.

A distância separa, frustra, isola
Mas como minimizar a distância entre o passado e o futuro?
Se um era nitidamente claro e o outro é embaçadamente obscuro.

E não vai ser um simples telefonema que vai matar a minha saudade.
E não vai ser um simples abraço que vai minimizar a minha vontade.

Mas sei que apenas no momento em que tiver os dois é que estarei pleno.