Lembrei da aula de fotografia, onde a professora dizia que bastava mudar o foco, para mudar o olhar sobre o objeto. E uma vez que esse foco fosse alterado, nada seria como antes.
Vivia sem entender e muito menos fazer comparação com a vida. Mas as palavras faziam eco em minha mente e eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu encontraria aquilo que fosse, na prática, a mudança de foco.
Veio o novo ano, o mês de Janeiro, férias, Carnaval e nada. Passaram os momentos de folia e novos planos surgiram, mas ainda não eram pra já. Tudo conspirando para que o foco fosse mudado, porém, como eu não conseguia perceber isso, ainda olhava para o antigo foco.
Porém, eis que um telefonema muda o meu foco. E o que era Sul, vira Norte; o que era reta, ganha curvas; o que era ônibus, agora ganha integração. Mas, o que era amor, ainda não ganhou uma nova paixão.
E hoje vivo de novo foco, de novo olhar, voltado para morros e montanhas, como sempre buscando o alto.
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POESIA - Dor do questionador
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