sábado, 17 de setembro de 2011

POESIA - Da linha ao Carretel

Da linha ao Carretel
do arco íris ao pote de mel
da poesia ao bordel
da terra ao céu.

Do mar ao luar
Do café ao chá
Do Maurício o Mattar
o show não pode parar.

A vida continua
O João caminha pela Rua
O povo na luta continua
e o frei Galvão cura.

Da menina eu quero um beijo
Da vida um desejo
Me divirto ao comer queijo
E a morte não almejo

Um comentário:

Amanda disse...

Como já dizia o poeta Cazuza "O tempo não pára"
..muito fofa..gostei!!